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30 DE JULHO-COMEMORAÇÃO DA ASCENSÃO DE KUAN YIN ...

MESTRA ASCENSA KUAN YIN



Kuan Shih Yin Tzu Tsai, significa 'a soberana que se preocupa com os sons do mundo'. De acordo com a lenda, ela parou no umbral do céu para ouvir os clamores do mundo. Kuan Yin já era adorada na China antes do advento do Budismo, passando a ser adoptada pelos budistas como uma encarnação de Avalokitesvara (Padmapani), cuja intercessão tem sido invocada ao longo dos séculos por devotos que entoam as seis sílabas místicas 'OM MANI PADME HUM'. No Ocidente acabou por se tornar conhecida como a Deusa da Misericórdia.



Segundo a tradição, Kuan Yin teria encarnado como a terceira filha de Miao Chuang Wang, identificado como sendo da dinastia Chou, governante de um reino do norte da China, por volta do ano 696 A.C.. De acordo com a lenda, ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Entretanto, foi-lhe finalmente permitido ingressar no Convento de Freiras do Pássaro Branco, em Lungshu Hsien. Aí, por ordens do seu pai, foi submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus.



Enraivecido pela sua devoção, Miao Chuang Wang (seu pai), ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Seu pai então ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo, e desceu até o inferno, transformou-o num paraíso. Transportada numa flor-de-lótus até a Ilha de P'ootoo, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos, e salvando marinheiros do naufrágio.



Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e usou-a como um remédio que lhe salvou a vida. Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com 'olhos e braços completamente formados'. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kuan Yin algumas vezes aparece representada com 'mil braços e mil olhos', sendo capaz, dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo.



Kuan Yin fez o voto do Bodhisattva, de trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para lhes mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Foi a antecessora de Saint Germain como Chohan do Sétimo Raio, cujo cargo ocupou durante dois mil anos, e serve como a representante do sétimo raio no Conselho do Karma. Kuan Yin é a hierarca do Templo da

Misericórdia, situado no plano etérico sobre a cidade de Pequim, na China, desde onde focaliza a chama da misericórdia e do perdão para os filhos da antiga terra de Chin, e as almas da humanidade.



A chama da misericórdia é o meio pelo qual o Cristo intercede em prol daqueles que não conseguem suportar o impacto total do seu próprio retorno de Karma, requerendo, desta forma, um intermediário que se interponha entre a sua criação humana e a Grande Lei.



Num ditado comunicado por intermédio de Elizabeth Clare Prophet, no dia 10 de Abril de 1974, Kuan Yin descreveu a acção da chama da misericórdia que ela personifica:

'Supliquei por muitos de vós diante dos Senhores do Karma, para que tivésseis uma oportunidade de reencarnar, de nascer perfeitos, sem o grande Karma de ser aleijado ou cego de nascimento, que alguns de vós merecíeis. Intercedi com a chama da misericórdia a vosso favor, de forma que pudésseis buscar, na liberdade de uma mente e de um corpo sadios, a Luz da lei... A acção do perdão representa a colocação do Karma de lado, a diminuição do Karma por um período de tempo, para dar à pessoa a oportunidade de encontrar a Deus, de encontrar ao Espírito Santo, de abraçar o Cristo como o Salvador'.



É assim que Kuan Yin ensina a humanidade não ascensa a invocar a lei do perdão, e explica que quando o indivíduo alcança uma certa mestria na Senda, então a lei da misericórdia lhe faz retornar o 'pecado' que fora colocado de lado, de forma que o indivíduo possa experimentar a alegria de equilibrar cada jota e til da energia mal qualificada, cumprindo, portanto, a lei do seu próprio ser.


Excerto do texto do portal Arco Íris











Bem Amada Kwan Yin

Invoco Tua soberana Luz

Divina Jóia do Lótus Sagrado

Habitai meu Coração.



Divina Deusa do Amor

Resplandece Tua Divina luz em meu caminho

Ilumina meus passos

Bem Amada Mãe de Misericórdia.



Sagrada Mensageira da Compaixão Divina

Despertai Tua Divina Luz em meu coração

Transforma meu mundo com Tua Divina Benção

Compadece-te de mim Divina Mãe.



Divina Jóia do Lótus

Fazei de mim instrumento de Tua Compaixão

Que vossa Divina Misericórdia

Resplandeça em meu coração hoje e sempre.



Divina Mãe Kwan Yin

Eu reverencio Tua Divina Compaixão

Que flui em meu coração na forma

Da Divina e Eterna Canção:



“OM MANI PADME HUM” - (3 x)




Namasté...

EFÉMERO ...



Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efémera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais.
Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entrega ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar.
A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos.
Cuidamos pouco.
De nós, dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.

Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.

Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso” e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.

Cobramos... Dos outros... Da vida... De nós mesmos.

Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.

E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?

Isso faria uma grande diferença!

E o tempo passa…

Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.

Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás.
E então nos perguntamos: e agora ?

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.

Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás.
O que passou, passou.

O que perdemos, perdemos.

Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efémera, ainda está em nós.

Pense!…

Não o perca mais!…



Desconheço o autor ...
Namasté...

APROVEITA O DIA ...



Aproveita o dia,
Não deixes que termine sem teres crescido um pouco.
Sem teres sido feliz, sem teres alimentado teus sonhos.
Não te deixes vencer pelo desalento.
Não permitas que alguém te negue o direito de expressar-te, que é quase um dever.
Não abandones tua ânsia de fazer de tua vida algo extraordinário.
Não deixes de crer que as palavras e as poesias sim podem mudar o mundo.
Porque passe o que passar, nossa essência continuará intacta.
Somos seres humanos cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Derruba-nos, nos lastima, nos ensina, nos converte em protagonistas de nossa própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua, tu podes trocar uma estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque só nos sonhos pode ser livre o homem.
Não caias no pior dos erros: o silêncio.
A maioria vive num silêncio espantoso.
Não te resignes, e nem fujas.
Valorize a beleza das coisas simples, se pode fazer poesia bela, sobre as pequenas coisas.
Não atraiçoes tuas crenças.
Todos necessitamos de aceitação, mas não podemos remar contra nós mesmos.
Isso transforma a vida em um inferno.
Desfruta o pânico que provoca ter a vida toda a diante.
Procures vivê-la intensamente sem mediocridades.
Pensa que em ti está o futuro, e encara a tarefa com orgulho e sem medo.
Aprendes com quem pode ensinar-te as experiências daqueles que nos precederam.
Não permitas que a vida se passe sem teres vivido...


Walt Whitman


"Olhem para o Futuro, Observem o Passado e Transformem-se no Aqui e Agora."



Namasté...

A CIGARRA E AS DUAS FORMIGAS ...



A FORMIGA BOA


Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento então era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas. Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro. Bateu _ tique, tique, tique... Aparece uma formiga, friorenta, embrulhada num xalinho de paina.

- Que quer? _ perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.

- Venho em busca de um agasalho. O mau tempo não cessa e eu...

A formiga olhou-a de alto a baixo.

- E o que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa?

A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois de um acesso de tosse:

- Eu cantava, bem sabe...

- Ah! ... exclamou a formiga recordando-se. Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
- Isso mesmo, era eu...

- Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.

A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.



A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e com dureza a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde abrigar-se nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou - emprestado, notem! - uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse.

Mas a formiga era uma usurária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

- Que fazia você durante o bom tempo?

- Eu... eu cantava!...

- Cantava? Pois dance agora, vagabunda! - e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga. Mas se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?


Monteiro Lobato





Que seria de todos nós, se os artistas, escritores, músicos não existem...

Quantas maravilhosas cigarras embelezam a nossa vida...

O mundo precisa de formigas e de cigarras.

Qual das formigas você é ?

Pense nisto!





Namasté...

O MILAGRE DA CANÇAO DE UM IRMAO...

Uma história real!



 
Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebé estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.

Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe.

Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente, entretanto surgiram algumas complicações no trabalho de parto e a menina foi levada para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.

Os dias passavam e a menininha piorava.
O médico disse aos pais que deveriam preparem-se para o pior, pois as chances dela eram muito pequenas.

Enquanto isso Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.

A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebé não sobrevivesse até o final dela.

Michael continuava insistindo com seus pais para conhecer sua irmãzinha, mas crianças não eram permitidas naquela UTI.

Karen decidiu que levaria Michael ao hospital de qualquer jeito.
Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.

Mas Karen insistiu:
- "Ele não irá embora até que veja a irmãzinha!"



Finalmente Michael foi levado até a incubadora.
Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha, a mesma canção que cantava para ela ainda na barriga da mãe:

"- Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...".



Nesse momento, o bebé pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou.
 Karen encorajou Michael a continuar cantando.
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebé foi se tornando suave.

-"Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.

Todos se emocionaram e alguns até choraram.

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

O Womans Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão."

Karen chamou de "O milagre do amor de Deus".

O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.



"O amor é benigno" - I Coríntios 13.4.

Enviado por mail por uma amiga :D


Namasté...

COPO DE LEITE ...



Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.




Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água.


Ela achou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:


-Quanto lhe devo?


Não me deves nada -respondeu ela. E continuou:


Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.


Ele disse:


-Pois te agradeço de todo coração.


Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus ficou mais forte.


Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.


Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente.


Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.


Chamaram o Dr.Howard Kelly. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.


Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente.


Reconheceu imediatamente aquela mulher e determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.


Passou a dedicar atenção especial aquela paciente.


Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.


O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos.


Ele conferiu, depois escreveu algo e mandou entrega-la no quarto da paciente.


Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.


Finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:


Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite (assinado).


Dr. Howard Kelly.






Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou assim:


Graças meu Deus porque teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos.



Autor desconhecido



Namasté...